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Atualizado: 38 minutos 51 segundos atrás

Calouros matriculados nesta sexta projetam crescimento e destacam ambiente diversificado da UFMG

sex, 24/02/2017 - 17:14

Fotos: Foca Lisboa / UFMG

Cerca de 400 alunos foram convocados para efetivar sua matrícula nesta sexta-feira

Começou nesta sexta-feira, 24, o registro presencial dos alunos que, por meio do Sisu, estão ingressando na UFMG no primeiro semestre de 2017. De acordo com a escala de atendimento montada pelo Departamento de Registro e Controle Acadêmico (DRCA), 399 calouros passaram pelo Centro de Atividades Didáticas (CAD) 2 na manhã de hoje, para realizar sua matricula na universidade. Em Montes Claros, outros 47 estudantes efetivaram seu registro. As aulas começam no dia 8 de março, e uma série de atividades como bate-papo, aulas magnas e apresentações musicais foram preparadas para a recepção dos ingressantes.

Ana Luiza (foto), 18, futura aluna do curso de Engenharia de Controle e Automação, conta que também havia cursado o ensino médio em uma instituição federal, o Cefet-MG. Ela também foi aprovada em curso superior do Cefet, mas optou pela UFMG motivada pela perspectiva de frequentar um novo ambiente. A jovem, natural de Belo Horizonte, acredita que a experiência contribuirá para seu crescimento pessoal: “Aqui é um ambiente muito grande e diversificado, acho que vai ser importante para meu desenvolvimento em várias áreas, tanto profissionais quanto pessoais. Era isso que eu almejava”, afirmou.

O calouro do curso de Engenharia Civil Narciso Sena Pocarelli (foto), capixaba de 17 anos, optou por mudar de estado ao sentir que teria chances de ser aprovado na UFMG com a nota obtida no Enem: “Fiquei em dúvida entre a UFMG e a Ufes [Federal do Espírito Santo]. Mas preferi arriscar e vir para cá; era um desejo antigo meu frequentar uma das melhores universidades do país. Estou muito animado, nunca tinha vindo a Belo Horizonte e depois de ver esse lugar, me animei ainda mais".

Os pais de Mariana Soares (foto), 18, estudaram na UFMG, e a nova aluna do curso de Direito seguirá o mesmo caminho. A estudante ressalta que a UFMG é uma instituição plural, e aqui a diversidade desponta em cada canto: “Eu espero crescer dentro do curso e me tornar uma profissional capaz de provocar mudanças na sociedade. Creio que a UFMG vai me proporcionar isso. A universidade atrai muita gente. Enquanto fazia a matrícula, vi pessoas do Amapá, da Bahia e fiquei encantada”, destacou.

O registro presencial dos calouros continua na quinta-feira, 2, e sexta-feira, 3 de março. A escala montada pelo DRCA prevê que, na quinta-feira, 1.348 estudantes passarão pelo CAD2. Outros 1.578 deverão oficializar seu ingresso na sexta-feira, 3. Em Montes Claros, a expectativa é de que 91 alunos se matriculem na quinta, e 102, na sexta. Ao todo, 3.565 calouros foram convocados para confirmar sua entrada na UFMG no primeiro semestre deste ano.

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Centro Cultural não vai abrir durante o carnaval

sex, 24/02/2017 - 15:50

Centro Cultural UFMG / Flickr

O Centro Cultural e suas atividades são utilizados para a formação de professores

O Centro Cultural UFMG, um dos espaços dedicados à arte e à cultura mantidos pela Universidade, localizado no centro de Belo Horizonte, estará fechado de amanhã (sábado, 25) ao dia 1º, durante o feriado de carnaval.

O espaço abriga exposições de artes visuais, espetáculos e oficinas, entre outras atividades, contribuindo para a formação de público e de profissionais como produtores culturais, artistas gráficos, editores de textos, conservadores, curadores e arte-educadores. Outras informações estão disponíveis no site da instituição. O prédio centenário e tombado que abriga o Centro Cultural fica na Avenida Santos Dumont, 174, próximo à Praça da Estação.

O Espaço do Conhecimento UFMG também não abrirá no período de carnaval.

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‘Festival de Verão se fez ver e fez as pessoas verem’, comemora coordenação em balanço do evento

sex, 24/02/2017 - 14:45

Daniel Protzner / UFMG

Gaymada busca chamar atenção para a diversidade sexual e identidade de gênero

Cento e vinte pessoas na cerimônia de abertura, 180 na Gaymada, mais de 200 na festa de encerramento: ao todo, quase mil pessoas participaram das atividades do 11º Festival de Verão da UFMG, somando-se as palestras, as oficinas e os eventos culturais realizados nesta edição. As oficinas, por exemplo, que constituem a atividade mais tradicional do evento, atingiram 90% de ocupação: 141 vagas foram preenchidas.

Além disso, um público não estimado ainda pôde conferir, da Praça da Liberdade, as quatro mostras fotográficas expostas na fachada digital do Espaço do Conhecimento. “Todas as atrações tiveram um bom público, e a percepção de quem trabalhou também nas edições anteriores é de que a participação cresceu. O Festival de Verão, que ainda é jovem, está se tornando mais conhecido: nesta edição, o evento se fez ver e fez as pessoas verem”, comemora Juarez Guimarães Dias, coordenador geral do evento.

Foto: Daniel Protzner

Participante da oficina A visão dos invisíveis e fotógrafo do Festival se retratam simultaneamente durante a atividade. Fotos foram expostas na fachada do Espaço do Conhecimento

O espetáculo teatral #Cortiço [na foto abaixo] dá a medida dessa visibilidade: a peça teve lotação esgotada em suas duas apresentações.

Foto: Daniel Protzner

Ao todo, 140 pessoas assistiram, ou melhor, participaram do espetáculo, já que a peça – montada no âmbito do curso técnico em arte dramática do Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart) da Fundação Clóvis Salgado – é interativa, realizada em conjunto com a plateia.

O miniauditório do Conservatório UFMG também esteve praticamente lotado na maior parte das palestras. Ao todo, 130 pessoas assistiram a esses eventos, que já se tornaram um cartão de visitas do Festival de Verão.

Beleza e potência
Para a professora Leda Maria Martins, diretora de Ação Cultural da UFMG, esse sucesso se deve de início à escolha do tema desta edição do Festival, Universos (in)visíveis. Por meio desse mote, as atividades do Festival propiciaram reflexões transversais sobre o binômio visibilidade/invisibilidade, chamando atenção para os aspectos da realidade que, mesmo ao alcance dos olhos, não são notados por grande parte das pessoas.

“É um tema inesgotável, instigante, que repercutiu muito bem entre os participantes do evento e propiciou atividades de muita diversidade”, avaliou Leda. “Os aspectos que mais me encantaram foram a beleza e a potência das atividades realizadas. No evento, os participantes puderam abordar temas delicados, como questões de gênero, étnicas, questões religiosas”, destacou a diretora.

Realizado em equipamentos culturais que a Universidade mantém na região Centro-sul, a edição levou atividades para a periferia da cidade e até mesmo para fora de Belo Horizonte, como no caso da oficina Biodiversidade evanescente em Minas: epicentro de um terremoto ambiental, cujos participantes foram à Serra do Cipó investigar o desaparecimento da biodiversidade na região.

Foto: Daniel Protzner

Participantes se reúnem com professor da oficina no Conservatório, antes de seguirem para a Serra do Cipó

O centro comunitário da Ocupação Rosa Leão, no bairro Zilah Spósito, na Zona Norte de Belo Horizonte, recebeu a oficina “Cruzinhar”: descobrindo uma forma viva de cozinhar – oficina de alimentação viva, em que os participantes puderam conhecer um modelo de nutrição ainda pouco conhecido no Brasil: a “alimentação viva”, que preconiza o uso de alimentos extraídos diretamente da terra, sem passar por processos como o congelamento ou o cozimento.

Para Juarez, as atrações do evento conseguiram transitar com desenvoltura entre diversos públicos. Como exemplo, ele cita o Campeonato interdrag de gaymada, realizado no Parque Municipal em um dia de semana. “Assim, conseguimos alcançar o próprio público que frequenta o parque e não apenas quem já conhece o evento. As pessoas foram chegando aos poucos; no fim, o espetáculo performativo estava cheio”, comemora o coordenador.

Foto: Daniel Protzner
Papel social

Para Juarez, tudo isso evidencia que a Universidade realmente conseguiu cumprir o seu papel social com o evento. “Conseguimos dar visibilidade a algumas coisas que julgávamos invisíveis. O evento gerou espaços de fala, de presença, de participação, e lançou alguma luz sobre grupos e questões que muitas vezes ficam invisibilizados. Isso foi muito emocionante”, comentou. “O tema foi realmente incorporado pelos palestrantes, artistas e professores das oficinas, assim como pelos participantes das atividades. Se pudéssemos mensurar, certamente veríamos que a palavra ‘invisibilidade’ foi a mais pronunciada durante os quatro dias de evento”, afirmou.

Segundo Leda Maria Martins, daqui a algumas semanas a equipe de curadoria do evento vai se reunir para fazer uma avaliação formal da edição e começar a discutir o Festival de Verão de 2018. “Em princípio, já é possível adiantar que, tanto no Festival de Verão do ano que vem como no Festival de Inverno, a ser realizado no segundo semestre deste ano, queremos dar mais ênfase à questão da acessibilidade, que é essencial.”

Para as próximas edições do Festival de Verão, Juarez Dias fala em investir na ideia de residência artística, experimentada com sucesso nesta edição. “Felipe Soares, que realizou a performance Invisibilidade social no último dia, participou de uma residência artística no Centro Cultural UFMG, em que ele passou a semana estudando a região em que ia trabalhar e realizando interlocuções e treinamentos com outros artistas. "Queremos ampliar esse modelo para as próximas edições", concluiu.

Todas as informações relativas ao Festival de Verão da UFMG podem ser acessadas no hotsite do evento, onde também estão disponíveis fotografias das atividades realizadas.

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Bloco carnavalesco da Faculdade de Medicina desfila contra a violência

sex, 24/02/2017 - 12:11

Portal Faculdade de Medicina

O 'tamborzeiro' Maurício Tizumba em ensaio do bloco

Com o lema Mulheres, homens e crianças contra a violência, o bloco Para Elxs e Para Eles, formado na Faculdade de Medicina, vai estrear no carnaval de Belo Horizonte, na próxima terça-feira, dia 28. O desfile começa às 14h, no quarteirão fechado da Rua Paraíba com Avenida Afonso Pena.

O bloco é um desdobramento do projeto Para elas – por elas, por eles, por nós, que promove diversas atividades com mulheres em situação de vulnerabilidade social. “O bloco passa a mensagem de celebração das pessoas, que podem construir um mundo melhor, serem mais respeitosas e amistosas e capazes de produzir coletivamente”, explica a coordenadora do projeto e professora do Departamento de Medicina Preventiva Social, Elza Machado de Melo. “Se estamos juntos, temos mais condições de transformar o mundo, e a arte e a alegria são fundamentais para isso”, afirma.

Quem quiser se juntar ao bloco poderá levar mensagens sobre afeto, respeito ao outro e valorização da diversidade. Fantasias produzidas em oficinas do Núcleo de Promoção Saúde e Paz, da Faculdade de Medicina, serão vendidas antes do baile. As peças foram confeccionadas com bijuterias arrecadadas em campanha de doação realizada no início deste ano.

Leia mais sobre a iniciativa em matéria publicada no Portal da Faculdade de Medicina.

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Hospital das Clínicas vai doar resíduos a associações de materiais recicláveis

sex, 24/02/2017 - 06:30

Foca Lisboa / UFMG

Prédio do Hospital das Clínicas, que vai destinar seus resíduos a cooperativas e associações de reciclagem de materiais descartáveis

O Hospital das Clínicas da UFMG, por meio da sua Comissão de Coleta Seletiva Solidária, vai selecionar associações e cooperativas de catadores de materiais recicláveis para receber resíduos gerados em diversos setores. As inscrições ficarão abertas de 3 a 17 de março, e a análise da documentação será feita no dia 24 de março.

Serão habilitadas associações e cooperativas formais, constituídas, exclusivamente, por catadores de materiais recicláveis e que tenham a atividade como única fonte de renda. Elas também não devem possuir fins lucrativos e precisam dispor de infraestrutura para realizar a triagem e a classificação dos resíduos descartados. Além disso, as associações e cooperativas devem ser cadastradas no Ibama.

A comprovação desses e dos outros edital">pré-requisitos descritos no edital será feita mediante a apresentação de estatuto, contrato social e declaração das respectivas associações e cooperativas.

Representante legal
Para participar do processo, as associações e cooperativas deverão credenciar um representante legal para acompanhar e intervir, quando necessário, no processo de habilitação. As entidades também precisa encaminhar toda a documentação exigida no edital à Comissão de Coleta Seletiva Solidária. Antes, os documentos deverão ser protocolados na Unidade de Gestão de Resíduos (Sala 2, 11º andar, ala sul na Avenida Professor Alfredo Balena, 110, Bairro Santa Efigênia), das 9h às 17h.

O resultado será divulgado no quadro de aviso localizado no corredor do andar térreo do prédio principal do HC.

(Com Assessoria de Imprensa do HC)

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Caed recruta bolsistas para atuar em polos de educação a distância

sex, 24/02/2017 - 06:24

Serão abertas nesta segunda-feira, 27, as inscrições para a seleção de bolsistas para o programa de extensão Aproxime-se, promovido pelo Centro de Apoio à Educação a Distância (Caed). São oferecidas sete vagas para atuação nos polos de Araçuaí, Bom Despacho, Campos Gerais, Conceição do Mato Dentro, Conselheiro Lafaiete, Corinto, Formiga, Frutal, Governador Valadares, Januária, Montes Claros, Teófilo Otoni e no campus Pampulha.

Os selecionados deverão cumprir carga horária de 20 horas semanais, além de ter disponibilidade para viagens. A bolsa, no valor de R$ 400 mensais, tem vigência de 11 meses, no período de março de 2017 a fevereiro de 2018.

Poderão concorrer estudantes da UFMG de cursos presenciais ou a distância, regularmente matriculados do terceiro ao sexto períodos. As inscrições encerram-se no dia 6 de março, e os candidatos devem preencher formulário no site do Caed e enviar a documentação exigida no edital de seleção.

O resultado será publicado na página do Caed a partir de 9 de março. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (31) 3409-3914 ou pelo email extensao@caed.ufmg.br.

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Pianista Ana Claudia de Assis, professora da Escola de Música, seleciona obras para CD e concertos

sex, 24/02/2017 - 05:55

Foca Lisboa/UFMG
A pianista Ana Claudia de Assis [foto], professora da Escola de Música da UFMG, vai selecionar peças para executar em concertos e gravar em CD. Chamada para essa finalidade foi lançada pelo Projeto Vertentes, com apoio do Departamento de Fomento e Incentivo à Cultura da Prefeitura de Belo Horizonte.

Os compositores candidatos devem ser naturais ou residentes há pelo menos três anos na região metropolitana de Belo Horizonte, e as obras devem ser compostas para piano solo ou piano e eletrônica, com duração entre seis e dez minutos.

O CD será produzido pelo selo Minas de Som, abrigado no Programa de Pós-graduação em Música da UFMG. A gravação será feita no estúdio da Escola de Música, no piano do próprio selo, dedicado apenas a gravações, com a participação de técnico da unidade.

As peças selecionadas vão se juntar a outras duas, já entregues à pianista, de compositores convidados de outros estados: Roberto Victorio, professor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, e Marcos Lacerda, professor da USP.

Ana Claudia de Assis é especialista em música brasileira e latino-americana, dos séculos 20 e 21, e trabalha em colaboração com diversos compositores.

As inscrições podem ser feitas pelo e-mail vertentes@gmail.com, até 10 de abril, e o resultado será divulgado em 10 de junho. As informações sobre os requisitos para inscrição estão disponíveis na chamada.

(Com setor de Comunicação e Divulgação da Escola de Música)

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Revista da Biblioteca Universitária recebe propostas de artigos até 31 de março

sex, 24/02/2017 - 05:42

Rafael Motta / UFMG

Biblioteca da Faculdade de Ciências Econômicas, no campus Pampulha

A revista Bibliotecas universitárias: pesquisas, experiências e perspectivas recebe, até 31 de março, propostas de artigos, resenhas, ensaios e relatos de experiências para publicação em sua quarta edição.

Os textos deverão estar relacionados a temas como informação e memória, política nacional de bibliotecas universitárias, patrimônio documental, políticas de preservação digital, contribuições para o acesso aberto e qualidade da informação.

A publicação, de periodicidade semestral, é editada pela Biblioteca Universitária da UFMG. O objetivo é difundir conhecimento em biblioteconomia e ciência da informação entre pesquisadores e profissionais da área, abrangendo questões teóricas e práticas.

A submissão de textos deve ser feita no site da revista. Mais informações podem ser obtidas no próprio site da BU e pelo e-mail revista@bu.ufmg.br.

(Com Assessoria de Comunicação da Biblioteca Universitária)

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Pentecostalismo cresce na periferia porque oferece visibilidade aos invisíveis, afirma professor da FaE

qui, 23/02/2017 - 17:17

Redes Sociais UFMG

Quando olha para a periferia, a sociedade tende a superdimensionar seus aspectos ruins e a subdimensionar as virtudes. A observação foi feita pelo professor Heli Sabino Oliveira, da Faculdade de Educação, na manhã desta quinta-feira, 23, no Conservatório UFMG, durante a palestra Periferia, culturas e religiosidades, que integrou a 11ª edição do Festival de Verão da UFMG.

Com base nos conceitos de visibilidade e invisibilidade, binômio temático desta edição do Festival, Sabino abordou as representações sociais e os estereótipos atribuídos às áreas marginalizadas e a expansão das religiões pentecostais e neopentecostais nessas regiões.

“A ‘favela’ sempre esteve integrada com o ‘asfalto’ pois é ela quem fornece os trabalhadores para as áreas nobres. É da periferia para o centro que começa o dia na cidade", pontuou o professor, cuja abordagem busca desconstruir a ideia de que centro e periferia são termos dissociados.

Exclusão social
De acordo com Sabino, as periferias são consequência de um desenvolvimento desigual e não a causa. A urbanização no Brasil ocorreu de maneira desordenada, gerando riqueza para uma pequena parcela da população e pobreza para a grande maioria.

“Na cidade, existem pessoas que se sentem incomodadas com a presença do pobre e do negro. Por que a política de cotas ofende tanto? Porque agora os espaços até então reservados aos brancos também contam com a presença de negros. Os brancos estavam acostumados a ver o negro na portaria da universidade", analisou o professor.

Em outro argumento que ilustra a relação visibilidade/invisibilidade, Heli Sabino lembrou que a periferia só se transforma em problema "quando as pessoas que moram lá deixam de transitar na cidade somente como trabalhadores e passam a circular em áreas sociais e culturais, como shoppings e peças de teatro".

Acolhimento
O professor Heli Sabino também discorreu sobre o fenômeno da expansão, nas regiões periféricas, das religiões pentecostais e neopentecostais. De acordo com sua análise, essa adesão deve-se ao fato de que tais igrejas oferecem visibilidade a pessoas socialmente invisíveis. “De repente, o individuo se vê em um ambiente em que ele é chamado pelo nome e acolhido na entrada, em um lugar onde pode ter a oportunidade de cantar, dançar e tocar instrumentos", justificou.

Para o professor, esses grupos religiosos são os que mais crescem nas áreas periféricas, porque, de alguma maneira, oferecem respostas imediatas para situações de exclusão. “Precisamos começar a trabalhar o que a periferia traz de positivo em seus valores. Só assim as pessoas que ali estão vão se reconhecer como sujeitos de história, cultura e experiência”, disse Sabino, que também falou à reportagem das Redes Sociais da UFMG. Assista ao vídeo no alto desta postagem.

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Divulgada escala de atendimento para registro e matrícula presenciais

qui, 23/02/2017 - 15:23

Está publicada, na página Sisu UFMG, escala de atendimento dos candidatos convocados na primeira edição do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) UFMG 2017, para que apresentem a documentação do registro acadêmico e efetuem a matrícula, para o primeiro período letivo deste ano.

Os procedimentos serão realizados a partir desta sexta-feira, 24, e nos dias 2 e 3 de março, no Centro de Atividades Didáticas de Ciências Humanas (CAD 2), campus Pampulha.

Para os cursos oferecidos em Montes Claros, os candidatos devem comparecer ao Instituto de Ciências Agrárias (Avenida Universitária, 1.000, Bairro Universitário – Montes Claros/MG).

Os candidatos devem ler atentamente as instruções contidas na página do Sisu UFMG.

“Perderá o direito à vaga o candidato que não apresentar a documentação do registro acadêmico definitivo na UFMG nas datas previstas”, adverte Daniele Zárate, diretora do Departamento de Registro e Controle Acadêmico (DRCA).

Ela destaca, também, que os estudantes selecionados para o segundo período letivo deste ano serão convocados posteriormente para realizarem o procedimento de apresentação de documentos.

Vagas remanescentes poderão ser abertas após o procedimento de apresentação dos documentos do registro acadêmico dos convocados, resultando em novas chamadas, que serão divulgadas exclusivamente pela página Sisu UFMG. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail duvidaregistro@drca.ufmg.br.

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Vacinação contra febre amarela no campus Pampulha segue até amanhã

qui, 23/02/2017 - 10:28

A vacinação contra febre amarela no campus Pampulha prossegue até amanhã (sexta, 24). A extensão do período de aplicação da vacina atende a demanda da Prefeitura de Belo Horizonte e a procura do público. Alunos, servidores, trabalhadores terceirizados e visitantes podem se vacinar.

A previsão é de que a campanha, iniciada no último dia 15, tenha atingido 5.300 pessoas ao final desta semana.

Diariamente, o Departamento de Atenção à Saúde do Trabalhador (Dast) distribui senhas a partir das 8h da manhã. A vacinação ocorre na Unidade Administrativa 2 (saída para a Avenida Abrão Caram). Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (31) 3409-4499.

Leia mais sobre a campanha no campus Pampulha, critérios definidos pelo Ministério da Saúde e orientações da Prefeitura.

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Começa hoje registro on-line dos candidatos convocados na segunda chamada da lista de espera

qui, 23/02/2017 - 09:41

Está disponível na página Sisu UFMG a relação de candidatos convocados na segunda chamada da lista de espera do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2017 – 1ª edição.

O registro acadêmico on-line dos convocados deve ser feito a partir de hoje, 23, até às 15h do dia 3 de março, também pela página Sisu UFMG.

A relação também inclui os candidatos que devem antecipar sua entrada do segundo para o primeiro semestre. A classificação foi realizada pela Universidade com base na relação dos inscritos na lista de espera enviada pelo Ministério da Educação. As instruções para o registro acadêmico, via internet, dos convocados na segunda lista de espera e dos candidatos que tiveram o registro acadêmico antecipado estão disponíveis no mesmo endereço.

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Graduandos da Arquitetura ganham menção especial em concurso italiano

qui, 23/02/2017 - 06:55

Imagens: Acervo do projeto

Área interna: contato visual e espaços que se conectam

Os alunos de graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFMG Lucas Leonel Fukuda, Octavio Henrique Pena e Thomaz Yuji Baba receberam menção especial do concurso ArchiContest, da Itália, cujo resultado foi conhecido em janeiro deste ano. Eles lançaram mão de influências da arquitetura brasileira para elaborar proposta de construção de uma escola de artesãos no distrito de Cannaregio, em Veneza, dedicada às três principais manifestações da região: o papel machê, o vidro e o tecido. O concurso solicitava a conciliação da tradição dos ofícios regionais com a arquitetura contemporânea.

Para o nível do chão, os estudantes projetaram um espaço aberto, também adequado a eventos, que facilitasse a interação e que possibilitasse o contato visual com os andares superiores. A demanda do concurso por um auditório foi respondida com o modelo das arenas abertas, à semelhança dos teatros romanos.

Os pisos superiores seriam destinados às aulas e laboratórios, servindo simultaneamente às atividades das três modalidades de artesanato. Ao mesmo tempo em que todos se conectam, há soluções que garantem privacidade.

“Partimos do pressuposto de que o que difere a produção do artesão da produção industrial é a relação entre as pessoas, sua inserção no ambiente social e cultural. Por isso, procuramos promover a interação, o tempo todo”, explica Octavio Pena, de Lisboa, onde faz intercâmbio. Ele conta que o trabalho foi realizado em apenas uma semana, no início do ano, e que o layout do banner em que o projeto foi apresentado também recebeu nota alta, contribuindo para a conquista da menção por parte dos julgadores.

As vencedoras do ArchiContest foram as também brasileiras Thais de Freitas e Marina Violin, vinculadas à PUC Campinas.


Banner do projeto: layout valorizado

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Proex seleciona material fotográfico para compor mostra virtual ‘Mulheres da Extensão’

qui, 23/02/2017 - 06:45

Divulgação / Proex

Coordenadoras, professoras, estudantes, técnicas e demais integrantes de ações extensionistas da UFMG podem enviar material fotográfico para compor a mostra Mulheres da extensão, atividade que vai inaugurar o Centro Virtual de Memória da Extensão (Cevex). A iniciativa, que busca reunir registros memoriais e históricos, integra as comemorações dos 90 anos da Universidade.

As imagens poderão ser encaminhadas até 10 de março. Para participar, basta enviar até três fotos que registrem a atuação feminina em programas e projetos para o e-mail cevex.ufmg@gmail.com. A mensagem também deverá conter nome da ação, descrição da foto, autoria e data. As imagens serão avaliadas por comissão e selecionadas para integrar a mostra.

Além de abrigar conteúdo histórico, o Cevex abrirá espaço para projetos e discursos dos integrantes do corpo acadêmico, colaboradores e comunidades parceiras responsáveis pela construção cotidiana da memória da extensão.

(Com Assessoria de Comunicação da Proex)

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Espaço do Conhecimento vai fechar durante o Carnaval

qui, 23/02/2017 - 06:36

Espaço do Conhecimento UFMG

Planetário: espaço retoma atividades na quinta-feira, dia 2

O Espaço do Conhecimento UFMG não terá atividades no feriado de Carnaval. De 25 de fevereiro a 1º de março, o museu estará fechado para visitação. As atividades serão retomadas na quinta-feira, 2, no horário normal.

O Espaço abre de terça a sexta, das 10h às 17h, aos sábados, das 10h às 21h, e aos domingos, das 10h às 17h. A entrada é gratuita. As sessões do Planetário custam R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia). Os horários das exibições podem ser consultados no site do museu.

O Espaço do Conhecimento UFMG promove exposições, cursos, oficinas e debates. Integrante do Circuito Liberdade, o museu é fruto da parceria entre a UFMG e o Governo de Minas e está subordinado à Diretoria de Ação Cultural (DAC) da Universidade. Amparado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, o Espaço do Conhecimento conta com patrocínio da Unimed-BH e do Instituto Unimed-BH.

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Bloco carnavalesco encerra evento na tarde de hoje, no Conservatório

qui, 23/02/2017 - 06:34

Pablo Bernardo

Angola Janga tem produção musical dedicada à visibilidade das populações negras

A partir das 19h desta quinta-feira, 23, o bloco carnavalesco afro Angola Janga – que tem produção musical dedicada ao empoderamento e à visibilidade das populações negras – comanda a festa de encerramento do 11º Festival de Verão da UFMG. O show será realizado no Conservatório UFMG, que fica na Avenida Afonso Pena, 1.534, Centro. A participação é gratuita.

Antes, os três espaços culturais que estão sediando o evento ainda recebem algumas atrações no decorrer do dia. De manhã, o miniauditório do Conservatório abriga a palestra Periferia, culturas e religiosidades, em que Heli Sabino Oliveira, professor da Faculdade de Educação, deverá abordar a periferia dos centros urbanos como locais de produção de cultura. Heli vai tratar especialmente da expansão das religiões pentecostais e neopentecostais nessas localidades, associando esse processo às condições sócio-históricas.

A palestra de Heli será ministrada às 10h. A seguir, às 11h, Pedrina de Lourdes Santos, considerada a primeira capitã de Moçambique de Minas Gerais, fala sobre a Festa de Nossa Senhora do Rosário e o Reinado, na palestra Religião de matriz africana.

De tarde, às 15h30, o Espaço do Conhecimento sedia a última edição da visita guiada Corpo e percepção sonora no espaço. Nela, o visitante, de olhos vendados, é guiado e também guia alguém pelo museu, de forma a experimentar as suas exposições com outros sentidos, que não a visão. O Espaço do Conhecimento fica na Praça da Liberdade, 700, Savassi.

E das 19h às 23h, a fachada digital do Espaço do Conhecimento vai exibir a última mostra da exposição fotográfica Universos (in)visíveis. Desta vez, as telas do prédio vão abrigar a mostra A visão dos invisíveis, que apresenta o resultado de oficina homônima, em que pessoas em situação de rua tiveram acesso a câmeras fotográficas para, com elas, retratar as suas realidades.

Daniel Protzner / UFMG

Performance e oficinas
Durante todo o dia, o ator Felipe Soares vai percorrer o Centro Cultural, o Conservatório e o Espaço do Conhecimento com a sua performance Invisibilidade social. Segundo a sinopse do espetáculo, Felipe simula “o corpo de um homem negro subjugado nas ruas, com uma roupa pouco casual para a posição na qual se coloca, perante os demais transeuntes da cidade grande”.

Ana Alvarenga

Paralelamente, as nove oficinas oferecidas nesta edição encerram suas atividades. Assista aos vídeos produzidos pela TV UFMG sobre as oficinas Criações poéticas populares, Dança para todos e Cruzinhar.

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Plateia infantil acompanha palestra sobre dengue, zica e chikungunya

qui, 23/02/2017 - 06:17

Natiele Lopes / UFMG

Crianças do Colégio Imaco assistiram ao relato do professor Mauro Teixeira sobre as infecções causadas por arbovírus

Uma plateia especial assistiu a uma das palestras de cunho científico ministradas na manhã desta quarta-feira, dia 22, no Conservatório UFMG. Estudantes de 8 a 10 anos, da Escola Estadual Imaco, acompanharam o relato do professor Mauro Teixeira, do Departamento de Bioquímica e Imunologia do ICB, sobre as infecções (dengue, zica e chikungunya) provocadas pelos chamados arbovírus.

Na conversa, o professor falou sobre a cronologia, o número de casos e o ciclo de infecção dessas doenças. “São essas pessoas que vão resolver o problema”, afirmou o professor, referindo-se à relevância de se discutir esse tema de saúde pública com crianças. Elas puderam conhecer, durante na palestra, os sintomas de cada doença e o esforço científico na busca de tratamentos.

Texeira disse que a dengue é um desafio para a pediatria e defendeu a necessidade de se fazer projeções realistas para lidar de forma adequada com as epidemias. "Enfrentar problemas crônicos e complexos implica pensar soluções complexas e, principalmente, planejadas", defendeu.

Durante a palestra, o professor ressaltou que o surto da infecção de zica, em 2015, foi relevante para o avanço dos estudos sobre o vírus, descrito há cerca de 70 anos. “É impressionante como a ciência brasileira foi capaz de contribuir para a compreensão do comportamento do zica; todo o conhecimento básico sobre o vírus foi produzido por cientistas brasileiros. Temos que nos orgulhar disso", afirmou.

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Em palestra, Conceição Evaristo interpreta o mito de Anastácia

qua, 22/02/2017 - 16:49

Redes Sociais UFMG

Na primeira palestra da edição 2017 do Festival de Verão, a escritora Conceição Evaristo recuperou a trajetória de Anastácia, mulher que, escravizada no Brasil colonial, hoje é reverenciada como santa no âmbito da religiosidade afro-brasileira – ainda que sua santidade não seja reconhecida formalmente pela religião católica.

Tomando por mote a mais famosa imagem de Anastácia, em que ela aparece com uma máscara de flandres no rosto, Conceição Evaristo discorreu sobre a identidade mítica dessa personagem como um ícone de resistência. “O sofrimento de Anastácia metaforiza o sofrimento dos afrodescendentes como sujeitos que experimentam várias formas de exclusão. E, por ser uma mulher, as dores de Anastácia se confundem com as dores das mulheres negras, em grande parte as mais empobrecidas na sociedade brasileira”, disse.

Foto: Daniel Protzner
“O mito de Anastácia, recuperado pela memória popular, potencializa um discurso de resistência e desafia uma orientação católica, que, não aceitando a sua inscrição como santa, não consegue, entretanto, apagar os sentidos de santidade conferidos à sua história. Mais do que isso: o imaginário em torno de Anastácia se constitui em discurso ideológico que busca afirmar posição e lugar de resistência da mulher negra na sociedade brasileira”, afirmou a Conceição, que é mestre em Literatura Brasileira pela PUC-Rio e doutora em Literatura Comparada pela Universidade Federal Fluminense. Ela também falou sobre o tema à reportagem das Redes Sociais da UFMG (assista ao vídeo acima).

Reconhecimento
Conceição Evaristo lembrou que a dificuldade de se comprovar documentalmente a existência histórica de Anastácia é o que mais colabora para que a Igreja Católica não reconheça formalmente a sua santidade. Contudo, “a intenção de reconhecer Anastácia como santa por si só já realiza um deslocamento das imagens de santos consagradas do panteão católico, que é composto por pouquíssimos santos negros”, defende a escritora e pesquisadora.

Conceição Evaristo também comentou que, ao entrar com contato com as reflexões de Georges Didi-Huberman sobre o ato de ver e de ser visto (que serviram de mote para o estabelecimento do conceito desta edição do Festival), decidiu realizar uma adaptação em sua conferência, de modo a fazê-la dialogar com o pensamento do filósofo e historiador francês. A partir dessa nova reflexão, Evaristo problematizou o olhar marcante que, da foto, Anastácia oferece a quem lhe mira.

Imagem: Castigo de escravos, 1839 (Jacques Arago / Wikipédia)
“Ao ver e ser vista pela imagem de Anastácia, penso na troca de olhares, no olho do outro como um espelho. É como diz Didi-Huberman: o que vemos só vale e só vive em nossos olhos pelo que nos olha. Nesse sentido, perguntei-me: por que Anastácia nos olha tanto? E respondi: nesse caso, é a história de Anastácia que nos olha, obrigando-nos a todas e a todos a voltarmos os nossos próprios olhares para a história da nação brasileira.”

Para Conceição Evaristo, a máscara presa ao rosto de Anastácia é um instrumento de interdição da fala, que “lustra o poder patriarcal” e representa um ícone das lutas contemporâneas dos negros brasileiros por representatividade e lugar discursivo. “Se a máscara de flandres colocada no rosto de Anastácia calou a sua voz, foi justamente pela interdição de sua fala que o mito se ergueu e segue se erguendo, ao longo do tempo”, afirmou a autora de Ponciá Vicêncio.

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UFMG divulga classificação geral e posição de excedente na lista de espera do Sisu

qua, 22/02/2017 - 15:26

Os candidatos não convocados na primeira chamada da lista de espera do Sisu/1ª edição de 2017 já podem conferir sua classificação e posição de excedente após confirmação de interesse em participar do processo. As consultas devem ser feitas na página do Sisu UFMG. Para saber sua classificação, o candidato deve digitar seu número de inscrição e o de CPF.

Todas as convocações de lista e comunicados referentes à ocupação de vagas serão divulgados exclusivamente na página Sisu UFMG.

O candidato deve acompanhar, diariamente, as eventuais chamadas, já que, de acordo com edital do processo seletivo, a UFMG reserva-se o direito de não enviar mensagem eletrônica e de não fazer, por qualquer outra forma, comunicação direta com os estudantes. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail duvidaregistro@drca.ufmg.br.

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Jaime Ramírez debate na USP os desafios das universidades brasileiras

qua, 22/02/2017 - 12:52

Imagens USP

Vista aérea da Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira

Internacionalização, melhoria dos modelos de avaliação e sustentabilidade financeira das universidades brasileiras estão os temas de workshop que será realizado na tarde desta quarta-feira, dia 22, na Universidade de São Paulo, com participação do reitor da UFMG, Jaime Ramírez. Durante o evento, organizado em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), personalidades do meio acadêmico vão discutir propostas que possam ser transformadas em políticas públicas para as universidades e para o segmento de pesquisa no Brasil.

Três grandes temas vão orientar os trabalhos: caminhos para ampliar a internacionalização da universidade brasileira; aperfeiçoamento do sistema de avaliação, com destaque para a adequação dos critérios adotados e comparabilidade com os padrões internacionais de avaliação de desempenho; e os modelos de financiamento e sustentabilidade financeira das universidades brasileiras.

Apenas os convidados da USP e do Ipea participarão do workshop, que terá lugar na Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira, onde está localizada a estrutura administrativa central da instituição.

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