Pesquisa

Confira os classificados no edital voltado a olimpíadas internacionais de conhecimento

Finep - qua, 20/03/2019 - 16:51


A Finep acaba de anunciar o resultado final da segunda rodada de edital no valor de R$ 500 mil para financiar a participação de estudantes brasileiros em edições internacionais de olimpíadas do conhecimento, como a Olimpíada Internacional de Matemática. A ideia é apoiar despesas com deslocamento (passagens, vistos, seguros, diárias), além de taxas de inscrição. Puderam concorrer à chamada instituições organizadoras de etapas nacionais das olimpíadas.

Um dos requisitos do edital era que a participação na etapa internacional da olimpíada ocorra de 01/03/2019 a 29/02/2020.

“Os estudantes não podem mais

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Programa de Verão CAPES/IIASA tem resultado divulgado

Notícias da Capes - qua, 20/03/2019 - 13:42

A CAPES divulga nesta quarta-feira, 20, o resultado do edital nº36/2018, do Programa de Verão pra Jovens Cientistas CAPES/IIASA de Doutorado-Sanduíche, publicado no Diário Oficial da União. A etapa será cursada no Instituto Internacional para análise de Sistemas Aplicados (IIASA), em Laxemburgo, na Áustria, e terá duração de três meses.

Programa de Verão para Jovens Cientistas
Ação de cooperação entre a CAPES e o IIASA, o Programa proporciona a estudantes e pesquisadores de alto nível no Brasil, a oportunidade de estudos em várias áreas, como ciência e tecnologia, agricultura, meio-ambiente, ciências naturais, análise de energia e recursos de sistemas. Além disso, favorece o acesso de pesquisadores brasileiros aos centros internacionais de excelência, fortalecendo o processo de internacionalização do ensino superior e da ciência, tecnologia e inovação brasileiras.

(Brasília – Redação CCS/CAPES)
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CAPES publica alterações no edital do PrInt

Notícias da Capes - qua, 20/03/2019 - 13:36

A CAPES publicou nesta quarta-feira, 20, alterações no edital nº 41/2017 que possui as diretrizes do Programa Institucional de Internacionalização (PrInt). As mudanças estão no Diário Oficial da União de hoje.

Confira as modificações aqui.

PrInt
O programa estimula o avanço institucional na internacionalização das Instituições de Ensino Superior brasileiras, resultando na competitividade e visibilidade da produção científica do País.

O PrInt apoia a construção, a implementação e a consolidação de planos estratégicos das instituições selecionadas nas áreas do conhecimento por elas escolhidas. Deste modo, incentiva a formação de redes de pesquisas internacionais para aprimorar a qualidade da produção acadêmica vinculadas à pós-graduação.

(Brasília – Redação CCS/CAPES)
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CAPES amplia diálogo com o público nas redes sociais

Notícias da Capes - qua, 20/03/2019 - 10:13

Hoje, dia 20, a CAPES estreia sua página no Facebook, com conteúdos que abordam não apenas o Sistema Nacional de Pós-graduação, mas também a pesquisa brasileira de forma mais abrangente, bem como a formação de professores da rede pública de ensino.

Desde o ano passado a CAPES vem ampliando sua plataforma de comunicação com a sociedade: reativou e incrementou as páginas no Linkedin e no Twitter, além de retomar a produção de vídeos para o canal do YouTube. Em 2018, o Linkedin foi a rede em que a CAPES mais cresceu, contando hoje com mais de 146 mil seguidores. Foram 340% de aumento em apenas 6 meses. Já o Twitter, que estava desativado, hoje conta com 3,9 mil seguidores, apresentando um crescimento orgânico de mais de 400 seguidores por mês. O Youtube apresentou 380% de crescimento de julho a dezembro de 2018 e conta hoje com mais de 2,3 mil seguidores.

Em todos os perfis da CAPES, as postagens são diárias e sobre diversos temas do universo de atividades da fundação, desde avisos de editais, tutoriais e notícias até transmissões ao vivo de seminários e palestras. Outra medida de aprimoramento da comunicação foi a reformulação do portal da CAPES, cujo novo design, além de mais moderno, busca melhorar a experiência do usuário.

Serviços:
Facebook: CAPESOficial
Linkedin: CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
Twitter: @CAPES_Oficial
YouTube: CAPES_Oficial

(Brasília – Redação CCS/CAPES)
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Pesquisa aponta fatores que influenciam escolha por cursos EAD

Notícias da FAPEMIG - qua, 20/03/2019 - 09:17

Homens, entre 18 e 35 anos, com ensino superior incompleto, que recebe entre 2 e 4 salários mínimos. Este é o perfil majoritário de consumidores que procuram cursos na modalidade Ensino a Distância (EAD). Os dados são resultado da pesquisa de mestrado de Thiago Coutinho de Oliveira, no Programa de Pós-Graduação em Administração na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), sob orientação do professor Danilo de Oliveira Sampaio.

De acordo com o pesquisador, o levantamento caracterizou esses consumidores e, também, apontou os fatores que influenciam a opção pelos cursos EAD. “A escolha varia de acordo com aspectos sociais, culturais, pessoais e psicológicos”, explica. O estudo demonstrou que o constructo psicológico é o mais influenciador, seguido pelo pessoal, cultural e, por fim, social.

O pesquisador pondera que a literatura científica aponta para além dos fatores recortados na dissertação. Há também aspectos de natureza política, econômica, tecnológica, ambiental, assim como fatores mercadológicos, como o produto, o seu preço, a sua promoção e o sua estratégia de distribuição. “Todas essas análises contribuem para melhorar estratégias de marketing de empresas interessadas em EAD, para que sejam mais assertivas”.

Quando iniciou a pesquisa, Thiago Coutinho pretendia fornecer contribuições a gestores empresariais. Ele fundou há 11 anos a Voitto, empresa especialista em treinamentos e cursos. “Percebemos uma mudança no consumo e interesse de clientes, principalmente por conta de novas funcionalidades da internet. Vimo que EAD era atrativo e forte tendência, influenciada por movimentos na Europa e EUA”, afirma o pesquisador.

Método

Para realização do estudo, usou-se como referência um questionário de 30 perguntas já validado. Ele foi adaptado para ajudar o pesquisador a montar uma tabela de pesquisa sobre comportamento do consumidor, de acordo com fatores internos (pessoais e psicológicos) e externos (sociais e culturais)

“O trabalho teve caráter quantitativo e os dados foram coletados mediante aplicação de 1200 questionários online. Foi utilizada a estatística descritiva para análise das respostas, análise de médias para comparação de variáveis e variância (ANOVA) para validação das hipóteses de semelhança entre as médias variáveis’’, conclui Thiago Coutinho.

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Presidente Waldemar Barroso e diretor Wanderley de Souza cumprem agenda no Nordeste

Finep - ter, 19/03/2019 - 17:41

 

O presidente da Finep, Waldemar Barroso, e diretor de Desenvolvimento Científico Tecnológico, Wanderley de Souza, agendaram visitas a diversas instituições científicas e universidades paraibanas. A ideia é analisar a fundo as condições dos laboratórios brasileiros para desenvolver editais e iniciativas cada vez mais refinados.

“Não podemos nos esquecer de que a ciência é dinâmica e não podemos deixar de continuar modernizando o parque científico brasileiro”, diz Wanderley de Souza. A agenda inclui reuniões com o governador da Paraíba, João Azevêdo, e com o secretário de C&T, Claudio Furtado.

Os dois farão visitas à Universidade Federal

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Pesquisa identifica perfil de consumidores de vinho em Minas

Notícias da FAPEMIG - ter, 19/03/2019 - 07:30

Com a chegada do outono e a perspectiva de temperaturas mais amenas, a ideia de degustar um bom vinho passa a substituir a escolha pelas cervejas geladas do verão.

Já noticiamos que Minas Gerais não só produz vinho, como seus vinhos são premiados. Mas qual o perfil dos consumidores de vinho do Estado?

Uma pesquisa da Universidade Federal de Lavras (UFLA) buscou identificar as principais características deste público consumidor.

A pesquisa indica que o consumo de vinho é relacionado à sensação de prazer e ao bem-estar social

Dentre os resultados, o estudo aponta que os consumidores adquirem o vinho para ocasiões especiais, como uma confraternização, um jantar e, até mesmo, para presentear alguém.

De acordo com os pesquisadores, o estudo mostrou que o vinho tem potencial para satisfazer necessidades psicológicas, como em interações sociais e na liberdade de pensamento, bem como valores que estimulam a busca por novas conquistas pessoais, que motivam novas experiências de consumo.

A pesquisa, ainda em andamento, foi realizada pelo mestrando Álvaro Leonel de Oliveira Castro, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), sob orientação do professor Luiz Henrique de Barros Vilas Boas, do Departamento de Administração e Economia da UFLA.

Vilas Boas coordena uma linha de pesquisa sobre valores pessoais e identidade, e estuda o comportamento do consumo de alimentos.

Mercado em expansão

Dados recentes divulgados pela Wine Intelligence mostram que o mercado de consumidores de vinho saltou de 22 para 30 milhões no Brasil.

Para conhecer o perfil desses consumidores brasileiros, o professor Luiz Henrique investigou os valores pessoais que guiam o comportamento de consumo na hora de escolher um vinho, considerando seus atributos e conseqüências de uso.

De acordo com o docente, a escolha do vinho como objeto de estudo científico se justifica pela ascensão do mercado nacional:

“No Brasil, temos muito conhecimento tecnológico sobre como fazer vinhos. Há, inclusive, vinhos nacionais premiados. Porém, ainda há uma demanda para conhecer o consumidor, já que são poucas as pesquisas sobre o tema”.

Entrevistas para traçar o perfil de público

Foram realizadas entrevistas com consumidores de vinhos de ambos os sexos, das cidades de Lavras, Varginha, Uberlândia e Belo Horizonte.

A maioria dos participantes tinha idade entre 38 a 47 anos, renda acima de dez salários mínimos e participava de clubes do vinho, confrarias, degustações.

Este aspecto é relevante porque indica que o público da pesquisa tem uma vivência mais qualificada do mercado do vinho e dos produtos. São pessoas com hábito de consumo frequente e conhecimento ampliado sobre o tema.

“Esses consumidores foram escolhidos por sua relação com vinhos. São pessoas que possuem adegas com vinhos diferenciados, já fizeram turismo em região de vinícolas, cursos de degustação. Tomam no mínimo uma taça de vinho especial por semana e adquiriram, em média, sete garrafas, recentemente”

O vinho está associado a situações de prazer e boas relações sociais. Imagem meramente ilustrativa via Pixabay

Confira o perfil dos consumidores de vinho entrevistados:
  • O acesso aos vinhos especiais ocorre por meio de lojas ou sites especializados;
  • Em média, investem cerca de R$ 82 por garrafa;
  • Preferem o vinho tinto, seguido de brancos e rosés, além dos espumantes;
  • Metade dos respondentes acham que as redes sociais são um meio de interação viável para compartilhar avaliações e opiniões sobre vinhos;
  • A assinatura de revistas especializadas não é um fator determinante, porém, é um meio de informação observado por consumidores que possuem maior vivência no mundo dos vinhos.

O perfil de consumidores entrevistados contempla pessoas com conhecimento prévio sobre o tema. Imagem meramente ilustrativa via Pixabay

Por que estudar o consumo de vinho?

Para os pesquisadores, a partir dos atributos de interesse identificados no produto, das conseqüências práticas de seu uso e dos fatores psicológicos envolvidos no consumo, é possível afirmar que os consumidores buscam suprir  demandas guiados por valores pessoais.

O vinho está muito relacionado a situações de resgate de memórias, celebrações e lembranças de bons momentos da vida.

Os resultados podem auxiliar a indústria a direcionar melhor seus produtos a esses públicos.

Produtores e distribuidores podem considerar os dados como um guia para o desenvolvimento de novos produtos.

Além disso, o perfil é importante para traçar estratégias de comunicação e de segmentação de mercado.

Com informações da assessoria de imprensa da UFLA.

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Na Fiocruz, presidente da CAPES defende expansão da pós-graduação

Notícias da Capes - seg, 18/03/2019 - 18:52

Anderson Correia, presidente da CAPES, afirmou que o Brasil precisa formar mais mestres e doutores e aumentar os investimentos em ciência e tecnologia. A declaração foi dada durante palestra na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), na última quarta-feira, 13. Participaram do evento, Nísia Trindade Lima, presidente da instituição, João Paulo Giliardi, diretor, Renato Cordeiro, coordenador do Núcleo de Estudos Avançados, e Ildeu de Castro Moreira, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

Na palestra ‘A CAPES e o futuro da pós-graduação no Brasil’, Anderson Correia mostrou que, entre 2006 e 2017, a pós-graduação brasileira praticamente dobrou em diversos aspectos, como alunos matriculados e profissionais titulados. Em todo o país, o total de programas passou de 2.265 para 4.296. O aumento foi ainda mais expressivo nas regiões com maior carência de ofertas de formação, com avanço de 154% no Norte e de 125% no Nordeste e no Centro-Oeste.
Para competir no cenário internacional, de acordo com o presidente, o Brasil precisa expandir seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento e melhorar a proporção de mestres e doutores na população. “Precisamos formar mais profissionais e o Brasil precisa de mais investimento em ciência e tecnologia, para abrir mais concursos públicos e desenvolver novos projetos relevantes de pesquisa em parceria com a indústria, de forma a absorver a mão de obra qualificada”, avaliou.

O presidente da CAPES ressaltou que a produção científica brasileira é significativa, porém é importante aumentar o impacto da pesquisa nacional e a colaboração com a indústria. Entre 2011 e 2019, o Brasil teve 535 mil artigos indexados na base de dados Web of Science, alcançando o 13º lugar no ranking internacional. Calculado com base nas citações de publicações científicas, o índice de impacto dos trabalhos ficou em 0,77. Além disso, 1,1% dos artigos foram produzidos em parceria com o setor industrial. Para comparação, a Coreia do Sul, que ocupa o 12º lugar no ranking, publicou 610 mil estudos, com índice de impacto de 0,92 e 3,8% de publicações em colaboração com a indústria. 

Anderson Correia destacou a relevância da pesquisa desenvolvida na Fiocruz. Em 10º lugar no ranking de instituições brasileiras em volume de publicações, a Fundação teve 13 mil artigos divulgados no período, que alcançaram um índice de impacto de 1,03 – o maior da lista.
Segundo José Paulo Giliardi, de 1980 a 2018, a Fiocruz formou 1.732 mestres e 1.094 doutores. “Apoiaremos a CAPES em todas as suas iniciativas para formar recursos humanos qualificados e minimizar a diáspora de cientistas brasileiros. Uma política nacional será fundamental para enfrentar esse desafio”, declarou.


Com informações da Comunicação do Instituto Oswaldo Cruz
(Brasília – Redação CCS/CAPES)
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Ex-bolsista desenvolve método de pesquisa livre de crueldade animal

Notícias da Capes - seg, 18/03/2019 - 15:44

Apesar da legislação brasileira exigir o uso de recursos alternativos quando existentes, em diversas linhas de pesquisa ainda não há uma preocupação real quanto à utilização de produtos de origem animal. Vegetariana e com questionamentos éticos desde criança, Bianca Marigliani, ainda durante a graduação, conscientizou-se do sofrimento dos animais usados no ensino e na pesquisa. A decisão de buscar métodos alternativos ao uso de animais para testes de sensibilização cutânea veio no doutorado, quando preparou sua tese sobre a possibilidade de eliminar o uso de soro fetal bovino no cultivo de células in vitro.

O soro fetal bovino, usado comumente no cultivo de células mamíferas, é extraído de sangue coagulado de fetos bovinos. Composto por grandes quantidades de ácidos graxos, fatores de crescimento, aminoácidos e vitaminas, o soro estimula o desenvolvimento da célula. A pesquisadora decidiu adaptar a mesma linhagem celular a diferentes meios quimicamente definidos – sem componentes de origem animal – tornando o método isento para atender a demanda por cosméticos seguros e éticos.

Deste modo, pela primeira vez, demonstrou-se ser possível adaptar células usadas em um método já validado e reconhecido internacionalmente. A pesquisa foi laureada internacionalmente com o Lush Prize, em 2015. Para Bianca, “o apoio da CAPES foi fundamental para que eu pudesse me dedicar exclusivamente à minha formação acadêmica e aos experimentos”.

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Técnica estimula neurônios afetados pelo Parkinson

Notícias da FAPEMIG - seg, 18/03/2019 - 13:50

Uma doença sem cura e com tratamento difícil. Assim é o Parkinson, que segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), atinge 1% da população acima dos 65 anos. No Brasil, a estimativa é de que pelo menos 200 mil pessoas tenham essa doença degenerativa do sistema nervoso central. Motivados pelo desafio de amenizar as deficiências trazidas pelo Parkinson, pesquisadores do Centro de Tecnologia em Medicina Molecular, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolveram uma técnica inédita capaz de estimular neurônios afetados pela doença. Os cientistas usam fibra óptica para emitir luz diretamente na área comprometida.

O Parkinson é uma doença causada pela morte de neurônios dopaminérgicos, um tipo de célula cerebral que produz o neurotransmissor dopamina. Sem essa substância, os músculos deixam de responder aos comandos voluntários do cérebro. Por isso, o paciente com Parkinson tem grande dificuldade para realizar movimentos, apresentando, por exemplo, tremores, lentidão e alterações cognitivas. A doença é incurável pois não existe renovação significativa dos neurônios que morreram. (informações dos pesquisadores) “As terapias que existem são paliativas, para retardar as complicações e amenizar os problemas de movimento e locomoção. É muito triste saber que os medicamentos funcionam somente nos primeiros cinco anos. Depois desse período, o paciente fica sem opção farmacológica e entra em declínio progressivo, a pior parte da doença”, explica o biomédico e neurocientista, Luiz Alexandre Viana Magno.

De acordo com o pesquisador, para alguns pacientes em que a medicação não faz mais efeito, é recomendada cirurgia. “O procedimento não funciona com melhora clínica total. Nesta cirurgia tradicional, são implantados eletrodos que fazem a estimulação de regiões cerebrais profundas, o que torna o processo complicado porque atravessa quase todo o cérebro. Podem ocorrer efeitos colaterais, pois no trajeto cirúrgico há chances de lesão”, afirma o cientista.

Alternativa

Somente pacientes mais jovens recebem indicação para a cirurgia tradicional. Diante desse cenário, Magno e a equipe de pesquisadores foram em busca de uma alternativa cirúrgica que pudesse englobar mais pessoas. Começaram a testar o estímulo em áreas superficiais do cérebro ao invés das regiões profundas. Dessa forma, o procedimento fica menos invasivo.

Optogenética: o procedimento envolve a injeção cerebral de um DNA que codifica a produção de proteínas chamadas de opsinas. As opsinas, quando estimuladas com luz, ativam ou inibem os neurônios (a depender do tipo de opsina utilizada). Os padrões da “fotoestimulação” são controlados por computador, fornecendo em tempo real a possibilidade de eventuais reajustes. (informações dos pesquisadores)A equipe mudou também a técnica e, ao invés de corrente elétrica para estimulação, optaram pela optogenética, protagonizando uma das primeiras aplicações feitas da América Latina. “A corrente elétrica não distingue neurônios estimulados e isso não é bom, dado que nem todos os neurônios de uma área cerebral são afetados pelo Parkinson. É necessário melhorar o alvo, pois há células nervosas doentes e outras sadias”, detalha Magno.

Já a optogenética, que usa luz para ativar os neurônios, tem um foco mais preciso nas células doentes. Os neurônios não respondem naturalmente à luz, por isso, foi preciso usar técnicas de engenharia genética para torná-los responsivos ao estímulo luminoso.

“Injetamos neles vírus de outra espécie capaz de expressar uma proteína (opsina) sensível à luz, ao passo que, ao iluminarmos ficarão ativos. Assim, conseguimos selecionar neurônios que expressam opsina daqueles saudáveis, que não expressam”.

Fotos de arquivos da pesquisa:

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É possível ver neurônios responsivos à luz em áreas do cérebro estimuladas. Cirurgia e desafios

Segundo o pesquisador, a cirurgia tradicional leva eletricidade até a área afetada, sendo mais invasiva. A nova técnica consiste em inserir no cérebro do paciente uma fibra óptica – que tem a espessura bem fina e emite luz na ponta.

Foto:  Carol Morena ACS/Fac de Medicina da UFMG

“A fibra vai atravessando as regiões cerebrais até o ponto determinado. Colocamos a luz somente nos neurônios doentes, um benefício porque não alteramos os saudáveis. As redes neurais vizinhas não relacionadas com a doença não são impactadas, portanto, espera-se que sejam evitados efeitos adversos”.

Foram investigadas nesta etapa da pesquisa três regiões do cérebro e os bons resultados observados apenas em uma. Os testes foram feitos em camundongos, o que ainda é uma limitação da pesquisa. Outra barreira é a adaptação dos neurônios para responder à luz.”A transferência gênica que fazemos emprega vírus que carrega o DNA da opsina para o cérebro, pois é preciso expressar opsina e ficar iluminado”, detalha. O que preocupa a equipe de pesquisadores é a presença do vírus no cérebro do pacientes.

“Ninguém ficaria confortável em fazer injeções virais no cérebro humano. Ainda precisamos deste vetor, mas ele pode se recombinar, sofrer mutações e se tornar causador de outras doenças”, pondera o cientista. O estudo foi publicado, em fevereiro, na revista “Journal of Neuroscience”, que é o periódico da Sociedade Americana de Neurociência.

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Presidente da CAPES faz palestra para gestores e pesquisadores da UFMG

Notícias da Capes - sex, 15/03/2019 - 19:45

Nesta sexta-feira, 15, Anderson Correia, presidente da CAPES, fez palestra na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte. Ele falou sobre o futuro da pós-graduação brasileira. Participaram cerca de 200 gestores, coordenadores e pesquisadores dos 86 programas de mestrado e doutorado. “Essa instituição é referência porque sua excelência está distribuída por todas as áreas”, destacou.

O presidente da CAPES foi recebido pela reitora Sandra Goulart Almeida, que ressaltou o papel da CAPES no desenvolvimento da pesquisa e da pós-graduação. “Trata-se de um patrimônio do Brasil”, disse, agradecendo a menção de Correia à UFMG.

A apresentação do presidente da CAPES incluiu gráficos que localizam a universidade entre as melhores do País, considerando indicadores como número de programas de pós-graduação, percentual de programas com notas 6 e 7 e volume de publicações. A reitora destacou o alto impacto da pesquisa realizada na UFMG em áreas como educação básica e políticas públicas.

Anderson Correia citou ainda o PrInt, Programa Institucional de Internacionalização, que visa fomentar e estimular a formação de redes de pesquisa. A UFMG está entre as contempladas pela iniciativa da CAPES.

A CAPES mantém aproximadamente 100 mil bolsas em 3.600 programas de pós-graduação e outras 100 mil destinadas à formação para a Educação básica.


Com informações da Agência de Notícias da UFMG

(Brasília – Redação CCS/CAPES)
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CNPq recebe Fórum Nacional do Confap

Notícias do CNPq - sex, 15/03/2019 - 18:00
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CAPES e Alemanha querem incrementar interação de pesquisadores

Notícias da Capes - sex, 15/03/2019 - 15:45

A cooperação internacional entre Brasil e Alemanha foi tema de uma reunião nesta sexta-feira, 15, na CAPES. Connie McManus, diretora de Relações Internacionais recebeu Dietrich Halm, diretor de Relações Internacionais da Sociedade Alemã de Amparo à Pesquisa (DFG).

McManus e Halm falaram sobre a expansão da parceria pelo programa Bragecrim (Iniciativa Brasil-Alemanha para Pesquisa Colaborativa em Tecnologia de Manufatura), que começou em 2006, e a busca constante por excelência na pesquisa conjunta. O Bragecrim apoia e financia projetos conjuntos de pesquisa entre grupos brasileiros e alemães na área de tecnologia de manufatura avançada.

“Aumentamos a nossa cooperação nos últimos 15 anos, crescendo cada vez mais e com segurança. A cooperação internacional com a CAPES é um modelo, seja pela Bragecrim ou por outros programas”, afirma Halm.

Na reunião foram discutidas novas formas de aumentar a interação entre pesquisadores experientes e mais jovens nos dois países, criando uma espécie de treinamento.
Na última quinta-feira, 14, representantes da DFG se reuniram com Anderson Correia, presidente da CAPES para conversar sobre cooperação.

(Brasília – Redação CCS/CAPES)
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Toxicidade de resíduos da indústria do alumínio

Notícias da FAPEMIG - sex, 15/03/2019 - 10:00

Os impactos causados pelo descarte inadequado de resíduos sólidos têm sido uma grande preocupação ambiental nas últimas décadas. Na indústria do alumínio, um dos resíduos gerados é o SPL, sigla em inglês para Spent Pot Lining, ou Revestimento Gasto das Cubas.

O resíduo é estudado pela pesquisadora Larissa Fonseca Andrade Vieira, do Departamento de Biologia da Universidade Federal de Lavras (UFLA). “As cubas usadas para eletrólise da bauxita têm que ser revestidas, para gerar o potencial necessário no processo. O SPL é o revestimento dessas cubas de redução da alumina e da bauxita que já foram gastos”, explica a professora. Ao demolir essas cubas, é formado e descartado o SPL.

Efeitos tóxicos do SPL

Larissa Vieira é coordenadora de uma pesquisa sobre os efeitos biológicos provocados pelo SPL. O grupo trabalha com modelos vegetais para poder verificar o potencial efeito tóxico de elementos que são lançados no ambiente. Alguns dos vegetais usados nos estudos são cebola, alface, cevada e milho.

Área onde ocorria lixiviação do SPL

Foram feitos estudos em relação ao desenvolvimento inicial desses modelos vegetais, sobre a germinação e o crescimento. Depois, foram conduzidos ensaios observando alterações no ciclo celular, sobre o risco de fragmentação de DNA. “Já é um modelo muito organizado para esse fim. No inicio a gente trabalhava com um bulbo de cebola. Simulava a lixiviação do SPL, que foi o que tinha sido observado no ambiente. Colocava esse bulbo em contato com diferentes concentrações do lixiviado”, conta Vieira. Também foram feitos estudos com o peixe Zebrafish.

Com os modelos vegetais, o SPL em concentrações altas, próximas de 100 g/L, inibiu completamente a geminação. Em concentrações mais baixas, de 10 a 80 g/L, à medida em que a concentração era aumentada, o crescimento da planta diminuía.

Em todos os testes realizados, o lixiviado do SPL causou alterações e danos na molécula de DNA. Utilizando doses baixas do composto, os pesquisadores identificaram fragmentação do DNA, que pode ser herdada entre as gerações celulares e comprometer as células. As anormalidades no ciclo celular também foram encontradas em testes realizados com sangue humano.

SPL na indústria

“O alerta do nosso trabalho foi mostrar que esse tipo de resíduo não pode ser jogado no ambiente”, diz Vieira. Indústrias passaram, com as evidências apresentadas pelos pesquisadores, a tomar providencias. “A gente já não encontra mais esse tipo de situação. De 15 anos pra cá, já existem depósitos controlados para o SPL”, afirma.

Segundo a pesquisadora, existem muitos estudos em desenvolvimento sobre a utilização desse resíduo como matéria prima em outros processos, como na fabricação de cimento. Estima-se que cerca de 1 milhão de toneladas de SPL são produzidas anualmente no mundo. “Como é gerado muito, fica complicado até mesmo colocar em um depósito esse material. É preciso achar uma solução, um uso para esse resíduo”, reflete Vieira.

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Estudo mapeia área de sedimentos decorrentes do desastre em Mariana

Notícias do CNPq - sex, 15/03/2019 - 09:42
Estudo coordenado pelo analista do ICMBio, Rafael Magris, ex-bolsista do CNPq, com a participação de pesquisadores de universidades da Espanha, Canadá e Alemanha, reconstruiu a trajetória da pluma de sedimentos liberada pelo acidente ocorrido na barragem de Fundão, em Mariana. O objetivo era obter estimativa mais precisa sobre a área costeira e os ecossistemas marinhos que sofreram impacto.
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CAPES e forças armadas discutem programa de formação de recursos humanos

Notícias da Capes - qui, 14/03/2019 - 17:57

Aconteceu nesta quinta-feira, 14, a primeira reunião entre a CAPES e as forças armadas para a criação de um programa estratégico de formação de recursos humanos em parceria com o Ministério da Defesa. O objetivo da reunião foi mapear as primeiras áreas de interesse entre o grupo para a criação do programa.

Logo no início do encontro, representantes das forças armadas apresentaram suas áreas de interesse para a capacitação. Participaram da conversa membros da força aérea, da marinha e do exército, além do Ministério da Defesa e de coordenadores da Diretoria de Avaliação (DAV) e Relações Internacionais (DRI).

Segundo Connie McManus, diretora de Relações Internacionais, o programa será fundamental para formação de competências na defesa nacional e para o futuro do Brasil. “A ideia é fazer um programa estruturante, a longo prazo, mas que tenha várias ações envolvidas”, afirmou.

Uma próxima reunião está prevista para o dia 11 de abril, na CAPES.

(Brasília – Redação CCS/CAPES)
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Seleção para capacitação nos EUA encerra inscrição

Notícias da Capes - qui, 14/03/2019 - 17:20

No próximo domingo, 17, encerram-se as inscrições para a seleção de professores da educação básica a serem enviados aos Estados Unidos pelo Programa de Desenvolvimento Profissional de Professores de Língua Inglesa (PDPI).

Em parceria com a Comissão Fulbright e a Embaixada dos EUA, conforme publicado no Edital nº 4/2019, a CAPES oferece 486 vagas a professores de língua inglesa, que atuam nas escolas públicas estaduais, municipais e distritais.

Os selecionados participarão de curso intensivo de seis semanas em universidades nos Estados Unidos, com modalidades de aprimoramento da língua inglesa – intermediário I e II, e Desenvolvimento de Metodologias, destinado a professores de nível avançado na língua.

Outros dois editais continuam abertos para capacitação de professores da educação básica brasileira, no exterior.

Canadá
Pelo Programa de Desenvolvimento Profissional de Professores da Educação Básica no Canadá, que faz parte do Acordo de Cooperação entre a CAPES e o Colleges and Institutes Canada (CICan), as inscrições estão abertas até dia 26 de março.

Regido pelo Edital nº 3/2019, o Programa dispõe de 102 vagas onde os escolhidos passarão oito semanas do segundo semestre de 2019, em curso de aperfeiçoamento oferecido pelo CICan.

Irlanda
Também até o dia 26 de março, estão disponíveis as inscrições para o Programa de Desenvolvimento de Profissionais da Educação Básica na Irlanda. O Programa oferece 30 vagas, destinadas a coordenadores e supervisores pedagógicos ativos nas escolas da rede pública de educação básica de todo o Brasil.

Com aulas de junho de 2019 a maio de 2020, os cursos serão ministrados no Mary Immaculate College (MIC), em Limerick, na Irlanda, como informa o Edital nº 2/2019.


(Brasília – Redação CCS/CAPES)
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Nota de pesar pela Escola da Suzano (SP)

Notícias da Capes - qui, 14/03/2019 - 10:18

O ministro da Educação, professor Ricardo Vélez Rodríguez, em nome de toda equipe do MEC, manifesta profundo pesar pelo crime bárbaro ocorrido na Escola Estadual Professor Raul Brasil, no município de Suzano, em São Paulo, nesta quarta-feira, 13.

O Ministério se solidariza com pais, familiares e funcionários da escola neste momento de choque, luto e dor.

(Brasília – Redação CCS/CAPES)
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CONFAP realiza Fórum Nacional com a presença da Finep

Finep - qua, 13/03/2019 - 15:28

 

Presidente da Finep, General Waldemar Barroso, participa do fórum

O Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) realiza na próxima quinta e sexta-feira, dias 14 e 15 de março, a primeira edição de 2019 do Fórum Nacional do Confap, em Brasília (DF). A reunião será realizada na sede do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e reunirá presidentes e diretores das 26 Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) dos Estados, além de representantes de agências federais de fomento, como a Finep, ministérios

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